0 Ùltimo Dia do Festival Calango – por Bruna Cruz (Fora do Eixo)

Nevilton e Inimitáveis formaram mesmo um dobradinha querida pelo público e entrosada entre si, Inimitáveis arrebanhou um dos maiores públicos visto nesse último dia e podia-se ouvir até uma certa histéria em torno da apresentação da banda. E Nevilton, de volta à cidade, também teve uma participação maciça do público que cantava junto a maioria das músicas.

fonte: http://www.foradoeixo.org.br/noticia.php?id=1352

0 Cobertura Calango 2009 pt. 2 – por Bruno Nogueira, Popup!

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=TufhqoEbjkY&hl=pt_BR&fs=1&]


tweet: Nevilton, do Parana, mal começou e ja esta entre os cinco melhores shows do Calango! #

“Surpreendente também foram Nevilton, do Paraná, com um rock enérgico, que não tem medo de soar pop e contagiar o público que pela primeira vez começava a dançar. Junto com a banda Cassim e Barbária, de Santa Catarina, fizeram valer o dia inteiro do festival, que ainda celebrou a velha guarda mato grossense, mesmo que só estéticamente, com shows de Ebinho Cardoso e Paulo Monarco.”

fontes:
http://www.popup.mus.br/2009/11/04/calango-2009-cobertura-parte-dois/
http://www.popup.mus.br/2009/11/01/a-semana-no-twitter-5/

0 Parana TV : Jovens Autores!

Para nossa surpresa, aparecemos novamente na televisão. Foi dia 30 de Setembro, no Paraná TV 2ª Edição, jornal diário da RPC (afiliada da Rede Globo no Paraná). Nevilton e Tiago Lobão deram uma entrevista uma matéria que falava sobre jovens autores que usam a internet como principal instrumento de divulgação de seus trabalhos. Se ainda não viu, veja agora!


0 “Holla, Chapolla!” – coluna Italo, Umuarama Ilustrado.

Nossa prata da casa, o trio roqueiro “Nevilton” não tem mais a mesma formação. Por motivos pessoais, Fernando Livoni deixou o trio e agora quem assume as baquetas e a barulheira dançante é o Éder, mais conhecido como “Chapolla”. Músico experiente de Cianorte, já se apresentou muitas vezes em Umuarama e região com a banda “Lobex”, seu primeiro contato trabalhando com música autoral foi na banda Draw the Line, de Maringá. Se eu fosse dos Novos Baianos, diria que Chapolla chegou “enquanto corria a barca”! Neste ultimo mês o trio se apresentou em Umuarama, Maringá, Ponta Grossa, Curitiba e estão preparando uma temporada intensa para o final do ano. Boas vindas ao novo parceiro dessa labuta musical, muita saúde e vida longa!

0 “Cena de Curitiba se renova sem mudar muitas caras” por Tiago Agostini (27.julho.2009)


É impressionante como o Nevilton conseguiu, sendo apenas um trio, fazer mais barulho do que todas as bandas que passaram neste final de semana pelo palco do 7º Rock de Inverno, em Curitiba. Assim como o The Who ofuscava os Beatles na década de 60 em shows em premiações musicais (o que pode ter contribuído para os Fab Four desistirem de se apresentar ao vivo), o trio de Umuarama, uma “terra sem inverno”, deixou o público de queixo caído na sexta-feira.

A citação do The Who não é gratuita. A primeira comparação que salta aos olhos durante a performance do Nevilton são os pulos do guitarrista e do baixista, além da energia do baterista. Junte isso a um punhado de canções pop e cheias de referências nacionais, apimentadas com o virtuosismo não exibicionista do guitarrista. Eles provam ao vivo o motivo de serem uma das bandas mais badaladas nos últimos tempos na imprensa especializada.

Quem também surpreendeu na noite de sexta foram os locais do Pão de Hambúrguer. Cinco moleques cabeludos, com visível cara de quem acabou de sair da adolescência, executaram um competente hard rock clássico com os dois pés fincados nos anos 70. Misturando a lisergia do Pink Floyd, a atitude do Pearl Jam e a pegada do Black Sabbath, os cinco precisam apenas descobrir que solos de guitarra são legais, mas quando na dose certa. A cover de “Será que eu vou virar bolor”, de Arnaldo Baptista, foi o ponto alto do show.

O Hotel Avenida subiu ao palco com seu folk lírico, inspirado em Ryan Adams e que remete em vários momentos a Lobão. Ao vivo as músicas ganham em intensidade graças à entrega na interpretação do vocalista Giancarlo Ruffato. A música “Eu Não Sou Um Bom Lugar” tem clima e potencial para virar hino dos depressivos. Completaram a escalação da noite o Liquespace, com uma espécie de música tradicionalista gaúcha com peso de rock que não funciona, o 3 Hombres, que demorou um pouco para esquentar o show e fez uma apresentação longa demais, e Diedrich e Os Marlenes, novo projeto de Oneide Diedrich, ex-Pelebrói Não Sei, que deu uma animada na noite fria com seu rockabilly desajeitado e divertido.

Ainda restava o show do brasiliense Beto Só, mas, enfim, eu também sou filho de Deus e o cansaço que batia há cerca de uma hora, graças às poucas horas de sono, acabou vencendo. Reza a lenda que o final do show foi lindo, com vários músicos em cima do palco cantando uma versão de Gloria, de Van Morrison.

O sábado prometia ser o grande dia do festival, principalmente pelo show de comemoração dos 25 anos do Fellini, lenda da cena independente brasileira. A apresentação de Cadão Volpato, Thomas Pappon, Jair Marcos, Ricardo Salvagni e o baterista convidado Clayton Martin foi uma legítima celebração. A banda provou que, mesmo separada há um bom tempo, não perdeu a presença de palco e foi a única a fazer bis no festival.

Mas quem roubou a cena mesmo foi a banda de abertura da noite, Heitor e Banda Gentileza. Com um som límpido e muito bem equalizado, o grupo destilou seu lirismo meio brega com muitos sorrisos nos rostos. Junte música caipira romântica, bandinhas alemãs, Los Hermanos e Cake e você estará perto do som da banda. Aliás, ver o HBG no palco é uma das provas de como o LH é a banda mais importante da década no Brasil. Sem eles, certamente a banda curitibana não existiria. Com disco recém-gravado e produzido por Plínio Profeta, Heitor e Banda Gentileza aparecem como uma das promessas do cenário independente.

Koti e os Penitentes fez o que se pode chamar de um show “diferente”. Com megafone no lugar do microfone, um tambor enorme, baixo sem um captador e até tábua de lavar roupa, a banda prendeu a atenção pela entrega em cima do palco. Cantando sobre fatos do cotidiano como a vida de um mendigo e de um alcoólatra, ele foi um dos destaques do festival. O Mordida fez um show competente e divertido, com um power pop grudento e assobiável. Já o Ruído/mm apresentou seu rock instrumental lisérgico e o Je Rêve de Toi não empolgou com seu rock eletrônico moderninho demais. O clima acústico da última banda, a boa Les Tics, estava calmo demais e pouco convidativo, mas competente.

Ao final, um festival que rendeu boas apresentações e provou que a música de Curitiba e do Paraná passa por uma renovação bem interessante de valores, mesmo sem trocar alguns protagonistas (não era difícil encontrar membros de bandas que recém acabaram tocando no festival). Um alento para uma das cenas mais férteis do Brasil, mas que ainda precisa de muita organização para vingar. Um bom festival como o Rock de Inverno, se repetido todos os anos, pode ser um bom início para essa consolidação.
(Fotos: Nevilton, Fellini, Heitor e Banda Gentileza – crédito Marcelo Stammer)

fonte: http://colunistas.ig.com.br/tiagoagostini/2009/07/27/cena-de-curitiba-se-renova-sem-mudar-muitas-caras/

0 Nevilton, de Umuarama para o mundo (Gazeta do Povo, 09/08/2009)


Por Cristiano Castilho

O cenário é um bar de Umuarama, oeste do Paraná. Uma banda se divertia tocando covers de Weezer e Placebo. Antes, um garoto de 18 anos interpretava clássicos da MPB em seu violão. Pronto.

De certa forma o primeiro en contro dos atuais membros da banda Nevilton, em 2005, resume o que é o grupo hoje: uma mistura certeira de música brasileira ao rock dos anos 1990, com ênfase em solos de guitarra e em pulos acrobáticos.

Jorge Mariano/Divulgação

Jorge Mariano/Divulgação / Nevilton: da papelaria da família ao estúdio YB, em São PauloAmpliar imagem

Nevilton: da papelaria da família ao estúdio YB, em São Paulo

Nevilton de Alencar Júnior, de 22 anos, Tiago Inforzato e Fernando Livoni, ambos de 28, são um power trio que fazem jus à definição. A banda de Umuarama – remanescente do extinto quinteto Superlego –, roubou a cena em pelo menos dois festivais recentes. Deixaram o Pato Fu a ver navios no PMW, realizado em junho em Palmas, no Tocantins; e fizeram com que o frio fosse esquecido no Rock de Inverno 7, realizado em Curitiba há três semanas. Também foram destaque na Rolling Stone, revista especializada em cultura pop.

“A gente é muito maluco mesmo. Ouvimos de tudo e graças a Deus não nos prendemos a nada. Gosto muito de Belchior, mas ao mesmo tempo fico maluco com Pavement. Ontem passei o dia inteiro ouvindo um disco do Mussum, Chiclete de Hortelã”, diz Nevilton, com voz tímida que contrasta com a energia que demonstra sobre o palco.

Formado em Letras, o garoto do interior personifica as características de bandas independentes atuais. Além da vontade de criar algo maior, “que faça diferença”, investe todo o tempo que tem na carreira.

“As pessoas estão acordando para isso. Tem que fazer o trabalho de forma planejada, só assim que o independente funciona. As novas bandas estão caprichando no material de divulgação e na gravação das músicas”, diz Nevilton, que, apesar da pouca idade, tem história.

Ele e o baixista – Tiago, o “Lo bão” –, passaram um tempo em Los Angeles, aprimorando o inglês, mas também se divertindo. “To cávamos em um café mexicano toda quarta-feira e trabalhamos na equipe de apoio de eventos. Vimos shows de graça de Incubus e Guns N’ Roses”, explica.

O que veio na bagagem, em meados de 2007, também ajudou o grupo com as primeiras gravações. “Fiz um investimento maluco. Trouxe microfones e vários aparelhos e montei um mini-estúdio em casa”, diz o músico, também fã de Luiz Gonzaga, Sá & Guarabira e Nirvana.

Depois de vários EPs – alguns deles gravados no porão da papelaria da família de Nevilton, “em meio a caixas vazias de papel” – o primeiro disco será lançado em breve, mas sem pressa.

Gravado no estúdio YB, em São Paulo, por onde já passaram RPM, Trio Mocotó e Black Rio, o disco fez o trio ficar duas semanas enclausurado, em março deste ano. Pouco tempo perto dos três meses de ensaios prévios e nada se comparado aos shows para angariar recursos. “Tocamos loucamente para levantar a grana”, diz Nevilton.

O álbum se chamará De Verdade – brincadeira com o fato de ainda não disporem de um disco físico – e terá 14 músicas. Entre elas “A Máscara”, uma das mais pedidas nos shows. Na mixagem, participou Tomás Magno, discípulo do produtor Tom Capone. O baiano produziu também os discos das curitibanas Anacrônica, Sabone tes, Terminal Guadalupe e Fuja Lurdes.

Apesar do avanço e da seriedade – ao menos profissional – os pulos nos palcos e na vida não devem parar.

“Se eu não me divertir com minha música, como vou querer que os outros se divirtam?”, pergunta Nevilton, nome e voz de uma banda que aos poucos vai dizendo adeus ao interior do Paraná. O grupo deverá se mudar para São Paulo em breve. “O mercado é melhor, estrategicamente falando. Há mais espaços e possibilidades”.

fonte: http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/cadernog/conteudo.phtml?tl=1&id=912750&tit=Nevilton-de-Umuarama-para-o-mundo

0 Nevilton no blog da Urbanaque na Trip!

Veja como foi o show do Nevilton (PR) @ Urbanaque Apresenta, na Funhouse

O paranaense Nevilton, durante a apresentação na Funhouse (SP) @ Urbanaque Apresenta

O paranaense Nevilton, durante a apresentação na Funhouse (SP) @ Urbanaque Apresenta

Ele tem nome de remédio, mas está longe de ser xarope. Com suas composições que versam sobre amores feitos e desfeitos, dá pra dizer que Nevilton de Alencar, o jovem paranaense de prenome peculiar que também intitula sua banda, e suas belas canções, estão mais para analgésicos e antidepressivos de corações partidos do que xarope, como pôde conferir novamente os paulistanos no último sábado, na Funhouse. Com a pista cheia, eles magnetizaram o público com as irresistíveis “Bolo Espacial”, “Pressuposto” e “Bolerothéque”.

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“Bolerotheque” – Urbanaque Apresenta Nevilton @ Funhouse from Urbanaque on Vimeo.

No meio da apresentação rolou até tributo para Michael Jackson – Nevilton deu a letra (mas não cantou) e o baixista Lobão mandou a linha de “Billie Jean” acompanhado pelo baterista Livoni – e para Zé Rodrix, com “Mestre Jonas”.

http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=5464400&server=vimeo.com&show_title=1&show_byline=1&show_portrait=0&color=&fullscreen=1

“Mestre Jonas” – Urbanaque Apresenta Nevilton @ Funhouse from Urbanaque on Vimeo.

(Por Leonardo Dias Pereira)