0 DE VERDADE (2011)

Baixe o disco De Verdade


E não esqueça de passar para os amigos e amigas! =D

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Lançado em 20 de Outubro de 2011.

Há algo de especial no espírito das cidades do interior do Brasil. As tardes e noites tranquilas, sem nada para fazer, que levam os jovens a saírem de casa e gastarem o tempo sentados nas esquinas, jogando conversa fora ou tocando violão são um bom exemplo. Sem maldade aparente, passar noites de frio se aquecendo ao relento à base de um conhaque qualquer ou fazendo um churrasco com os amigos é uma arte que exercita a sociabilidade e simplicidade. As pessoas parecem inocentes, mas não menos felizes.

Umuarama, no noroeste do Paraná, é uma dessas cidades. Com cerca de 100 mil habitantes, ela também é o berço da banda Nevilton, power trio de rock simples e direto que lança seu disco de estreia, “De Verdade”, pelo selo Sombrero / Fora do Eixo Discos e pelo Álbum Virtual da Trama. Formada por Nevilton Alencar (voz e guitarra), Tiago Lobão (baixo) e Éder Chapolla (baterista), a banda é fruto direto de sua cidade natal, traduzindo, de certa forma, este espírito lúdico em canções.

Na estrada desde 2007, o Nevilton já fez mais de 250 shows, cobrindo todas as regiões do Brasil. Fosse em mega palcos como a abertura para o Green Day em São Paulo ou em pequenos botecos de Porto Velho, em Rondônia, a energia e a entrega eram as mesmas. Não à toa, a banda ganhou a fama de ter um dos melhores shows do Brasil. Pelo caminho, além das milhagens, deixaram uma coletânea de canções distribuídas em um CD-R e um EP, “Pressuposto”, lançado no ano passado. Faltava um registro oficial completo para encerrar o ciclo.

Gravado em 2009 no estúdio da YB, ainda com o baterista Fernando Livoni, “De Verdade”, o disco, soa como um greatest hits para quem acompanha o cenário independente brasileiro nos últimos anos. “Pressuposto”, “A Máscara”, “Bolo Espacial”, “Me Espere Menino Lobo”, “Vitorioso Adormecido” e algumas outras são velhas conhecidas do público. Entre as novidades, destaque para o riff nervoso e tenso de “Por Um Triz” e “Fortuna”, que desaba em um samba meio torto e relaxado.

Honrando a tradição de bons power trios da história do rock, o Nevilton produz um som coeso e explosivo, característica que fica nítida ao vivo. Apoiando-se em uma cozinha segura e que não deixa espaços sonoros a serem preenchidos, a banda faz uma cama perfeita para a guitarra de Nevilton, um dos melhores instrumentistas do Brasil. Seu jeito de tocar único alterna riffs, bases e solos de forma tão natural quanto apertar um botão de liga e desliga.

Há, no entanto, na fórmula sonora do trio algo um pouco diferente. Nevilton é rock sem ser carrancudo, com assinatura tupiniquim da melhor estirpe. Não porque emule regionalismo em todas as músicas, mas porque se utiliza dos elementos da música brasileira para emoldurar canções pop assobiáveis. Sem vergonha de citar Tião Carreiro e Pardinho, forrozeiros, Placebo e Sidney Magal nos shows, eles incorporam as mais difusas inspirações em músicas de três ou quatro acordes. Coisa de quem cresceu ouvindo muita rádio no interior – e, mais tarde, montou sua primeira banda para tocar cover das músicas que sua turma gostava.

O resultado são rocks que, por mais que entortem sua harmonia com acordes dissonantes e quebradas de ritmo, mantém uma veia pop indiscutível. É música de apelo radiofônico sem ser vulgar, pop-rock inteligente de fácil assimilação sem ser rasteiro. Unido ao carisma da banda, não é de se espantar que, independente do tamanho da plateia, após alguns minutos de show qualquer público esteja domado e repetindo as letras.

Quase quatro anos se passaram desde a formação da banda e o maior cartão de visitas do Nevilton, porém, continua sendo “Paz e Amores”. “Viver em paz, com quem quer que seja, ouvindo música e bebendo cerveja, essa é a vida que eu pedi para Deus, só isso e nada mais”, diz o refrão. Apesar de mirar alto com sua proposta sonora, Nevilton sabe que a felicidade está nas pequenas coisas. Como um verdadeiro operário da música, ele tem trabalhado nos últimos anos em busca do sucesso, em um esquema de guerrilha. Chegou a hora de colher os resultados. Ouça o disco, vá ao show. Você não se arrependerá.

por Tiago Agostini

 

Ficha Técnica:

Nevilton de Alencar: Guitarra e Vozes
Tiago ‘Lobão’ Inforzato: Baixo
Fernando Livoni: Bateria

Gravado em Março de 2009, no YB Studios, em São Paulo, SP.
Engenheiro de Gravação: Bob Mac (a.k.a Beto Machado).
Assistentes de Gravação: Bruno Furtado, Bruna de Marco e Diego Techera.

Mixado na Máfia do Dendê por Tomás Magno.

Masterizado no YB Studios por Benoni Hubmaier.

Todas as músicas são de autoria de Nevilton de Alencar.
Exceto Delicadeza, por Nevilton de Alencar e Tiago ‘Lobão’ Inforzato.

Todas as faixas editadas por YB Music.

Capa: “Mundo Coração” por Nevilton de Alencar.
Diagramação: Tiago ‘Lobão’ Inforzato.

0 Ballet da Vida Irônica

FICHA TÉCNICA:

VIDEOCLIPE – Ballet da vida Irônica
Duração: 3’37″

Banda: NEVILTON
Música: Ballet da Vida Irônica
Composição: Nevilton de Alencar
Álbum: De Verdade

Direção: Octávio Schwenck Amorelli;
Edição: Isabelle Araújo;
Assistência de Edição: Pedro Branco e Octávio Schwenck Amorelli;
Color: Pedro Branco;
Fotografia: Thaís Mallon, Emília Silberstein, Isabelle Araujo, Natália Pires, Pedro
Branco, Octávio Schwenck Amorelli;
Produção Executiva: Octávio Schwenck Amorelli;

Realização: Esquina Música & Cultura;

Apoio: Móveis Coloniais de Acaju Produções Artísticas, A Lojinha de Filmes;

Participação: Rafael Morais, Paola Moraes, Nevilton Alencar, Marcel Papa, Irís Azul, Paula de Oliveira, João Paulo Campos, Gabriel Thomaz, Flávia Couri, Wagner Bacalhau Ferreira, Thiago Lobão Inforzato, Flip Stipp, Fabrício Ofuji, Esdras Nogueira, Gabriel Coaracy, Isabelle Araujo, Natália Pires, Octávio Schwenck Amorelli, Pedro Branco, Thaís Mallon, Dudu Lopes, Fernando Jatobá, Pepy Gonçalves.

Agradecimentos: Nina Puglia, Georgia Lorena, Rafael Morais, Paola Moraes, Nevilton Alencar, Marcel Papa, Irís Azul, Paula de Oliveira, João Paulo Campos, Tiago Lobão Inforzato, Everaldo Maximus, Matheus Ribeiro, Flip Stipp, Isabelle Araujo, Natália Pires, Pedro Branco, Hugo Pachiella, Thaís Mallon, Dudu Lopes, Fernando Jatobá, Pepy Gonçalves, Autoramas, Criolina, Naiane Comar Martins, Scream & Yell, Vanessa Contiliani, Thays Petters, Nicole Patrício, Móveis
Coloniais de Acaju, Universidade de Brasília.

http://www.esquinamusicacultura.com.br
contato@esquinamusicacultura.com.br

http://www.nevilton.com.br
contato@nevilton.com.br

0 Showlivre : Tempos de Maracujá e muito mais!

Esses dias fomos até os estúdios Showlivre e conversamos com o João Vicente sobre os novos acontecimentos da nossa história. E também sobre coisas antigas e bem legais. Um papo que vale assistir:

No vídeo acima, a gente fala sobre clipe de Tempos de Maracujá, e no vídeo abaixo, falamos sobre o disco De Verdade:

Agora a gente fala sobre alguns pontos altos da nossa história e outras coisas boas:

E, enfim, o clipe de Tempos de Maracujá (com o pedido do Chapolla!).

E aqui, neste link, você pode ver a playlist do youtube toda.

Um abraço à toda equide do Showlivre! Logo a gente volta pra fazer um róque do bons aí!

0 Tempos de Maracujá : O Making Of…

Esse é o Making of do clipe de Tempos de Maracujá. No texto abaixo o diretor Edson Oda explica as equações quase quânticas que usamos pra fazer essa coisa linda!

A Matemática do Maracujá
Por Edson Oda

Tudo começou há quase dois anos, quando sentei com o Nevilton e o Lobão para contar a ideia do clipe para o Tempos de Maracujá. Era o segundo clipe que eu criava. Sendo que a banda do meu primeiro se desmaterializou pouco tempo depois de eu entregar o vídeo.

Traumas à parte, queria fazer desse projeto algo diferente. A intenção era criar um clipe quase que matemático para a bela música da banda. Para ilustrar tal ideia apresentei uma série de filmagens aceleradas de mim mesmo, coladas toscamente num Final Cut. Com isso tentava convencê-los que aquilo iria virar uma contagem regressiva de relógio digital, com números perfeitos. Era um vídeo com três de mim (ridiculamente vestidos de verde e abraçados a travesseiros da mesma cor), ridiculamente deitados no chão e fazendo posições ridículas que lembravam números em contagem regressiva. Basicamente ridículo.

Os músicos olharam bem pra mim e antes que eu pudesse me desculpar já me responderam  “vamos nessa!” Foi aí que eu pensei: “estamos perdidos.”

Começamos os testes.

Primeiro definimos a duração de cada segundo desse cronômetro humano.

Analisando a batida da música, a cada 14 segundos tínhamos aproximadamente 10 tempos. (Ou seja, 1 Tempo=1,4 segundo). Assim, se a música tinha 4 minutos (240 segundos) ela teria uns 170 tempos nessa proporção. O que nos levou aos 2:20 iniciais.

Paralelamente começamos a trabalhar nas coreografias dos atores que provisoriamente éramos nós mesmos. Tínhamos que definir quais seriam as melhores posições para representar cada número, quanto tempo o ator ficaria fixo naquela posição e quanto tempo levaria para ele mudar para o próximo número.

Nos testes vimos que o ator demorava 7 vezes mais que o tempo normal para fazer tudo isso (se fixar no número e mudar). Ou seja, se nosso 1 Tempo equivalia  a 1,4 segundo, isso significava que precisávamos de 9,8 segundos (7×1,4) para toda transição (4 segundos para firmar o número e o restante para a troca).

Como solução decidimos filmar tudo em 30 minutos de coreografia mais lenta e  depois acelerar 7 vezes para conseguir os 4 minutos do clipe.

30 minutos…

A intenção, claro, era sincronizar todas as variações da música com coreografias específicas para cada variação do som.  O problema, no entanto, era sincronizar a música de 4 minutos com essa filmagem 7 vezes mais lenta de 30 minutos. Pra isso tentamos reduzir a velocidade da canção 7 vezes e tocar na filmagem. Mas isso só gerou um som irreconhecível do capeta.

A solução foi gravar um metrônomo que dividia a nossa unidade desacelerada de tempo  (9,8s) em 7 tempos. Um “tac, tac, tac, tac, tac, tac, tic” que nos orientaria quando as trocas de números deveriam ser feitas e quando deveriam começar e acabar as coreografias ao redor dos números.

E quando esses 7 tempos de tic e tac fossem acelerados 7 vezes, surgiriam tempos de 1,4s, o que faria tudo casar perfeitamente com nossa música em tempo normal.

Por fim, para nos guiar melhor na direção, todo o roteiro não seria escrito em papel, mas num vídeo de 30 minutos, ao som das 7 batidas incessantes a cada  9,8 segundos,  que nos indicavam toda  as transições durante a filmagem.

Pronto.

Feita  toda essa matemática, agora só faltava a matemática mais complicada de todas. Como conseguir pessoas, móveis, tecidos,  equipe, objetos, figurinos, atores, luzes, sem ter uma verba, produtora ou patrocínio?

É, devíamos ter pensado nisso antes.

Mas no final acho que essa foi a parte mais interessante do projeto: essa nossa matemática sem lógica de reunir tanta gente que nem se conhecia pra fazer um clipe nascer do zero, do nada. (0 x 1000 ≠ 0)

Fica aqui nossa gratidão para cada  pessoa que teve a vontade/paciência/saco/bondade/ compromisso para participar desse projeto. Um projeto de horário de almoço, de fim de semana, de feriado, de período depois do expediente, de domingo de manhã pós balada, de todos aqueles tempos livres que a gente investiu nesses quase dois anos.

Bom, espero que vocês gostem de toda essa matemática. Até porque foi bem mais instrutiva que qualquer cartela de Kumon que eu tenha feito.

2 Estréia o clipe de Tempos de Maracujá. Assista!

Nesta quinta-feira, 26 de Abril, lançamos nosso mais novo videoclipe, o terceiro da carreira. A música da vez é “Tempos de Maracujá”, faixa nº 3 do “De Verdade”, nosso disco de estréia, lançado em Outubro de 2011.

Dirigido pelo cineasta e publicitário Edson Oda, Tempos de Maracujá é um clipe pra se assistir várias vezes, pois há simultaneamente várias coisas acontecendo, numa coreografia onde o Diabo (Tiago Lobão) tenta bagunçar o coreto, enquanto anjos (Nevilton e Chapolla) tentam manter a ordem.

Foram quase dois anos de preparação, desde o primeiro contato com o diretor, o desenvolvimento da coreografia e figurino, casting, ensaios, até a gravação da versão final que vocês podem ver em primeira mão aí em cima.

Não poderíamos deixar de agradecer à todos os envolvidos na realização de mais essa linda obra na nossa carreira e, certamente na carreira de todos (que estão nessa foto aí embaixo e na ficha técnica; e outros que não estão). Esperamos que, assim como nós, todos tenham saído desse trabalho melhores artistas e seres humanos.

Time do Maracujá

Muito Obrigado!

Então é isso aí, divirta-se… e várias vezes!

Assista também ao Making Of do Clipe e, de brinde, leia um texto sobre a concepção e execução do clipe, escrito pelo diretor Edson Oda.

0 Tempos de Maracujá

 

Ficha Técnica:

Direção, Roteiro: Edson Oda
Música Original: Nevilton
Diretor de Fotografia: Sergio Prado
Edição: David Donato

Casting: Flavio Reghini
Número (Minuto): Ermeson Ferreira Santos
Número (Dezena): Chris Hecke
Número (Segundo): Daniel Falcão

Ajudante do Diabo#1: MariangelaRibeiro
Ajudante do Diabo#2: Renata Di Donato
Ajudante do Diabo#3: Thiago Panucci Czarneski
Noiva: Renata Machado Soares
Diabo: Tiago “Lobão” Inforzato
Anjo#1: Nevilton Alencar
Anjo#2: Éder Chapolla
Pessoas de Preto: Julianne Prado, Simone Kiomi Tamanaha, Vinicius Mendes Fernandes

Figurinista: Simone Kiomi Tamanaha
Assistentes de Figurinista: Carina Fujimoto, Cecília Mieko Tanaka
Maquiagem: Persie Oliveira
1º Assistente de direção: David Donato
2º Assistente dedireção: Flavio Reghini
Direção de Produção: Edson Oda
Assistentes de Produção: Flavio Reghini, Rafael Avancini, José Eduardo Brugos
Produção de Objetos: Persie Oliveira, Simone Kiomi Tamanaha
Assistentes de Fotografia: KaueUema, Rafael Avancini
Arte dos cobertores: Estúdio MDS, José Eduardo Brugos
Design de Camas: Leonardo Padilha
Arte das Máscaras: Alexandre Braz
Câmera e departamento elétrico: Sergio Prado, Kaue Uema, Rafael Avancini, Marcelo Proença
Coreografia: Christian Amaral, Edson Oda
Correção de Cor: David Donato

 

0 Nevilton entre os finalistas do Prêmio Dynamite 10 Anos!

O Dynamite está há muitos anos divulgando e dando força à música no Brasil e, foi muito gratificante saber que estamos entre os finalistas da gategoria Melhor Álbum de Indie Rock, junto com outras bandas que também lançaram bons trabalhos neste ano que passou.

E você também pode votar no Prêmio Dynamite! É só dar uma passada aqui no site, ler e seguir as instruções. E é claro, que esperamos o seu voto pra que a gente ganhe mais essa!

Obrigado!

0 Entre os Melhores Discos de 2011 pelo Scream & Yell

É uma grande alegria ler o tão esperado Top Seven 2011 do Scream & Yell e ver que também estamos listados nele. O De Verdade, ficou em 6º lugar entre os melhores discos do ano e entre os 50 mais votados de todos os votos computados. E sabendo do quilate dos votantes, não temos como negar a honra de estar nessa lista por mais um ano (veja como foi nossa performance em 2010).

Veja aqui a lista completa com os melhores discos nacionais de 2011 para o Scream & Yell. 

Aqui está a lista com os 50 discos mais votados de 2011. 

Agora veja quem votou em quem neste ano. Aqui estão todos os votantes e seus votos abertos.

Muito obrigado, minha gente!

1 Entre os Melhores de 2011 para a Rolling Stone Brasil!

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É com muita alegria e honra que recebemos a notícia de que o De Verdade está na lista dos melhores do ano para a Rolling Stone Brasil. É o nosso segundo lançamento fonográfico oficial e é a segunda vez que entramos nesta mesma lista, freqüentada por nomes como Chico Buarque, Marcelo Camelo, Erasmo Carlos… (o Pressuposto entrou Top 10 do ano passado ). Então, confira aí o que rolou neste ano!

Melhores Discos Nacionais de 2011

 

 

12 . Nevilton : De Verdade
A estréia em disco dos Paranaenses de Umuarama vem com 14 canções de essência pop e muito pouco da tradicional ingenuidade do atual rock brasileiro : uma combinação certeira d epower pop dos anos 90 com inspirações, guitarras sujas e acentos melódicos.

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Melhores Músicas Nacionais de 2011

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11. Nevilton : Delicadeza
A canção e um desabafo de alguém que sofreu demais com uma paixão e agora se sente aliviado com o fim. Com guitarras que choram uma melodia propositalmente triste e letra que carrega uma poesia dolorosa, a delicadeza fica mesmo restrita ao título.

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Muito Obrigado!
Aproveite e veja as outras fotos tiradas da revista na galeria alí em cima.

0 De Verdade : 3º Melhor Disco de 2011 para o Pergunte ao Pop.

Fomos citados em mais duas listas de melhores de 2011. Dessa vez as do blog Pergunte ao Pop.

Na lista de Melhores Discos de 2011, ficamos em 3º lugar com o “De Verdade”.

3 – Nevilton, De Verdade
Dona de um dos melhores shows que se pode ver hoje, no Brasil, a banda paranaense Nevilton finalmente registra suas canções em um álbum cheio. De Verdade, nome que parece até piada, e gravado em 2009, mostra que ainda é possível fazer rock acessível e ao mesmo tempo inteligente. Seja regravando canções dos EPs anteriores (o hino “Paz e Amores” e as espertas “A Máscara” e “Vitorioso Adormecido”) ou apresentando novas canções (a eduardoemoniquiana “Fortuna” ou a ensolarada “Por um Triz”), Nevilton & banda tem muita lenha pra queimar – segundo o vocalista, em entrevista ainda inédita, há uma fornada inteira de canções compostas entre 2009 e 2011 que conseguiriam encher um disco “de mentira”. É esperar pra ver.

E também fomos citados entre as Melhores Músicas de 2011, pelo mesmo blog. Fortuna ficou com a 10ª colocação:
10 - Fortuna, Nevilton
Uma das duas “Eduardo & Mônica” do ano (a outra é “Carlos e Cecília”, da Harmada), “Fortuna” já é um dos grandes momentos dos shows do Nevilton.
Obrigado!