Domingo

A mudança de lugar foi positiva, os shows ao ar livre deram uma vibe bem legal pro evento. Cheguei no início do Vitrolas Polifônicas, e estou no grupo dos que simpatizaram com a jovem vocalista (“a nova Mallu”, “Me Excita é maior que Tchubaruba” etc). O grande destaque da noite – e do festival – foi o Nevilton. Com talento e carisma, ganhou o público de cara com um rock animado e enérgico, com um pé no Los Hermanos e outro no Supergrass. Excelente show, mais um para o top 3. Nevilton deixou o público para o Cassim & Barbária completar a tríade. A banda junta boas melodias e refrão “nanana” com trechos de um rock experimental quase beirando o noise, que em muitos momentos me lembrou bandas como o Secret Machines. As duas baterias deram peso ao som, que ainda era completado por brinquedinhos fazendo ruídos. Sensacional. Cassim adiantou que o próximo disco deve estar ainda mais experimental e estranho. Vem aí coisa boa.

Top 3 (sem considerar os hors-concours Wander Wildner, Macaco Bong etc):

Nevilton
– Cassim & Barbária
– Holger

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