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” * Entonces, cobertura mezzo gonzo e lesada é isso aê: o zapper maloqui não tem o hábito de ir a festivais munido de gravador ou bloco de notas (embora um desses esteja sempre na mochila do sujeito aqui), prefere ir registrando tudo no seu cérebro, já algo “corroído” (uia!) por anos de excessos de todos os tipos. Aí, o que rola? No texto sobre o Fogo no Cerrado, o blogueiro rocker simplesmente se esqueceu de comentar algumas bandas, sendo que gostou delas inclusive. A última omissão, apontada nos comentários dos leitores pela querida Letz (organizadora do FC) foi a do sensacional Nevilton e então, o autor destas linhas online prefere dizer aqui mesmo que o show do trio paranaense foi meeesmooo um dos melhores do festival. Nevilton é ao mesmo tempo pop, rock de guitarras rápidas e melódicas, indo do rock indie a referências regionais da música do Paraná (algo como um Charme Chulo mais rocker e menos caipira). Fora que a dupla que acompanha o guitarrista e vocalista (o baixista Lobão e o batera Fernando) também são fodões e as letras são um caso à parte, em termos de sacação textual (“E o mundo se pôs a girar/no ballet da ironia/Da vida que passa devagar/Por cima da alegria…”, diz a letra de “Ballet da vida irônica”). Enfim, Nevilton é dez e foi mais um dos grandes momentos do Fogo no Cerrado. E você pode saber mais sobre ele em www.nevilton.com.br

fonte: http://dynamite.terra.com.br/blog/zapnroll/post.cfm/rock-n-roll-paixoes-e-sexo-no-cerrado

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Bandas com fome de tocar. Assim foi o primeiro dia do Fogo no Cerrado, se é que dá pra resumir a abertura do festival que rola em Campo Grande (MS) desde ontem. Grupos locais e de outros estados dividem o palco do BarFly, o preferido da galera rock daqui. A noite começou com o hardcore da Repúdio CxGx, que levou letras de protesto do tipo “nossa vida na perifa, né véi” pro palco e realizou o sonho de tocar no Fly.
Em seguida veio Falange da Rima, grupo de rap mais atuante da Capital. Rockers se prostraram na frente do palco e não saíram dali até o show acabar. Os caras fizeram rap até em cima de “Sigo Sozinho”, do Ney Matogrosso e o público curtiu, já que nem sempre tem oportunidade de ver misturados no mesmo evento hip-hop com bandas de rock.
Na sequência teve Mandioca Loca, também “prata da casa”. Outra surpresa pro povo que estava na frente do palco. A banda tem como bandeira a polca-rock, estilo criado no Estado que mistura rock com ritmos ternários, como chamamé e polca, como o próprio nome diz, por influência da cultura de fronteira que é bem presente em MS pela proximidade com Paraguai e Bolívia. Os integrantes do Mandioca, veteranos do rock local, finalizaram o show com o som incendiado de guitarra distorcida. Apresentação forte, finalizada com gritos de “isso é rock do matooo! Isso é rock do matooo” pelo vocalista Rodrigo Teixeira.
Gêneros musicais diferentes também marcaram a abertura do Fogo no Cerrado. O grupo de classic-rock O Bando do Velho Jack enxugou seus hits. As músicas de longos solos virtuosos que o pessoal daqui sabe cantar de cor foram editadas. O saldo final foi um show empolgadão, com energia nas performances ampliada.

O power-trio-power Nevilton, do Paraná, foi o próximo a subir. A platéia grudada em frente ao palco se jogou horrores junto com os guris serelepes. Nevilton é o nome do vocalista e guitarrista da banda com Fernando na batera e Lobão no baixo. Indie pop é o que eles tocam, embalado por muito bate-cabelo e pulinhos de rockstar.
O Fly seguiu com o ritmo frenético-dançante quando a Revoltz, formada por músicos do RS, SP, MS e MT, começou a tocar. O rock garagista com letras “bonitinhas e ordinárias” manteve o requebrando até o fim do show. Maíra Espíndola, vocalista da Dimitri Pellz (que toca hoje) não se aguentou e foi dançar e cantar no palco. Humberto Finatti, crítico do Dynamite, fez uma participação bêbada e animada martelando o bumbo que lhe foi cedido na última música. Link Off, projeto eletrônico-industrial do campo-grandense Marino Filho arrematou o primeiro dia do festival, com direito a lanterninhas na cabeça e sonoridade robótica.
Organizado pela Bigorna Produções, o Fogo no Cerrado continua hoje. A curitibana Tonighters e Macaco Bong, de Cuiabá (MT) e Orange Disaster (SP) vão receber o afeto dos campo-grandenses, povo bom de farra. Bandas daqui, como Jennifer Magnética, Facas Voadoras e Dimitri Pellz garantirão o incêndio muito bem alimentado. A noite começa com Noradrenalina com a performance visceral do vocalista Heitor.
Um “perdeu-playboy” pra quem não se arriscou vir ao matão pra ver o festival. À vocês, caros, resta acompanhar a cobertura do Fogo no Cerrado no http://www.fogonocerrado.com/ ou dar um bizu aqui na próxima edição deste certame.

fonte: http://www.meiodesligado.com/2008/12/fome-e-fogo-no-cerrado.html

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Pois é pessoal, a força dos fãs, amigos e companheiros de Nevilton vai ser novamente colocada à prova. Dá pra notar que estamos trabalhando bastante para divulgar nosso trabalho e, cada vez mais a ajuda dos amigos sempre é bem vinda. Temos duas grandes metas para atingir e vocês serão um fator decisivo.
A primeira grande e urgente missão é colocar Nevilton entre as bandas que tocarão em um dos maiores festivais independentes do País, o Humaitá pra Peixe, que acontece no Rio de Janeiro. Para ajudar basta acessar o site do festival através do nosso link e deixe um comentário em favor do nosso show no festival. Temos até terça feira, dia 16.
Aí vai o link:
http://2009.humaitaprapeixe.com.br/oinovosom/nevilton/


A segunda missão dos amigos é votar no prêmio Sonic Flower Club 2008, para o qual fomos indicados como “Melhor banda de Maringá e Região”. Os votos podem ser públicos, pelo Orkut, na comunidade da Sonic Flower ou secretos, enviados para o email: sonicflowerclub@gmail.com .

Link para a comunidade Sonic Flower, no Orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=380069&tid=5277068111570666222&na=1&nst=1


São duas pequenas que significarão muito para nós. Já agradecemos antecipadamente o apoio de todos vocês.
Muitíssimo obrigado.

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O som feito pelo trio Nevilton, da cidade de Umuarama, Paraná, aporta em Campo Grande para fazer seu primeiro show no estado, mostrando a música autoral

Trio de Umuarama Nevilton toca em Campo Grande dia 12


A cena de bandas alternativas das cidades do interior do Paraná, como Maringá ou Londrina, já se fazem notáveis, e produzem bandas com qualidade de som e de música autoral. É de Umuarama, cidade vizinha paranaense, a cerca de 600 quilômetros de Campo Grande, que sai o Nevilton (nome do vocalista que batiza a banda, mas não é uma forma de carreira solo), trio de influências marcantes que vão de The Smiths a Chico Buarque, que se tornam puramente rock bem feito e engraçado. Formada por “Ton” Nevilton de Alencar, guitarra e vocais; Tiago “Lobão” Inforzato, baixo e Fernando Livoni, bateria, a banda aporta na capital para tocar no festival de música independente “Fogo no Cerrado”. 

“Estamos nos apresentando assim em trio desde o segundo semestre de 2007, faz cerca de um ano e meio. Acredito que tocar em Mato Grosso do Sul vai ser muito bacana, lugares novos, mais gente pra conhecermos, mais gente pra conhecer nosso som, essas coisas todas nos animam demais”, afirma o guitarrista e vocalista da banda, Nevilton de Alencar. Eles serão uma das atrações aguardadas para o primeiro dia de festival, na sexta-feira, dia 12, a partir das 20 horas, no Barfly, localizado na avenida Ceará, em frente à Uniderp Campus I. 

Nevilton já fez alguns shows por várias cidades do Paraná, passando por Santa Catarina, Goiás e Brasília, e possui material compilado na internet. Músicas como “A Máscara” já foram gravadas e distribuídas, e eles pretendem começar um novo processo de gravação. “Estamos gravando um disco para lançar ainda no primeiro semestre de 2009”, tudo feito de forma independente. 

Sobre o show que farão em Campo Grande, a promessa é de que será com um set list preparado para surpreender o público. “Vamos levar músicas que já fazem parte do nosso repertório, que tem no site pra ouvir e tudo mais, e talvez uma música nova, do disco que estamos gravando”. Nevilton explica que a cena de Umuarama é um pouco pequena, mas que os eventos são sempre legais, e na maioria das vezes, feitos pelas próprias bandas, assim como acontece muito na capital. “A cena aqui é algo bastante tímido ainda, geralmente somos nós mesmos que fazemos as festas com bandas autorais. Isso tem incentivado outras bandas daqui e da região a produzirem também, pra entrar no circuito. Ainda está bastante devagar, mas parece que o pessoal está aceitando cada vez mais essas idéias”. O mesmo parece estar acontecendo com a cena no estado, assim como em todas as cenas de música autoral e independente do país. 

O show
Nevilton e mais 15 bandas tocarão no festival de música independente Fogo no Cerrado, que acontecerá dias 12 e 13 de dezembro no Barfly. Mais informações sobre o festival: www.fogonocerrado.com

Conheça material completo sobre a banda Nevilton no www.nevilton.com.br.

Por Daiane Líbero, terça-feira, 9 de dezembro.
fonte: http://www.unifolha.com.br/lernoticiafoto.aspx?id_noticia=2244

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05/12/2008

Após pequeno recesso o Podcast TramaVirtual está de volta e, para quebrar o silêncio, ninguém mais adequado do que o Fim do Silêncio. Os paulistanos praticantes do metal-punk-garageiro precisam de apenas um minuto para mostrar, em “Histórias”, toda sua potência e vigor.

O episódio segue com quatro representantes sulistas.

O primeiro é Rafael Sonic , o trovador de Guaíba, que nos presenteia com “Destemido Viajante”, música de um dos dois ótimos discos que lançou nesta semana.

De Umuarama, Paraná, vem nossa atração seguinte, o Nevilton. A canção escolhida foi “Pressuposto”, que mesmo em versão demo já é hit. Com um refrão daqueles que grudam, o trio nos conta porque sorrir é preciso.

Hype da semana, o Copacabana Club aparece com a dançante “Come Back”. Cheios de referências indies, os curitibanos prometem ser uma das sensações do verão.

O encerramento é apoteótico e vem do fundo do baú do indie nacional, com “Ray Davies and Neil Young”, faixa da primeira fita lançada pelo Grenade, em 1998. Aqui, Rodrigo Guedes homenageia seus ídolos com um épico home made de partir corações.

Ouça aqui.

fonte: http://tramavirtual.uol.com.br/noticia.jsp?noticia=7778

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